Motrisa inicia preparação para retirada de parte pendente do moinho
https://testemessias90graus.blogspot.com/2014/04/motrisa-inicia-preparacao-para-retirada.html
Ainda não há data para a retirada do das partes pendentes.
Novo projeto foi aprovado na última quinta-feira (17).
Após a aprovação do projeto de remoção da estrutura de um dos silos do
Moinho Motrisa, o gerente de marketing da empresa, Rafael Benedetti,
afirmou em nota à imprensa, que a preparação para a retirada da parte
pendente deve acontecer na tarde desta sexta-feira (18). As placas
ficaram penduradas após o rompimento do silo no último dia 7, quando
deixou pelo menos cinco feridos e diversos carros soterrados na Avenida
Comendador Leão, no bairro do Poço.
De acordo com Rafael Benedetti, as empresas de engenharia se preparam
para a retirada do silo com equipamentos vindos do Recife especialmente
para os serviços de demolição. "Vamos posicionar os caminhões e ver toda
a logística antes de retirar as partes que estão penduradas", afirma.
Entretanto, a data para a retirada total da parte do silo ainda não foi
definida.
Na última quinta-feira (17) o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE),
aprovou o novo plano de retirada da estrutura. Segundo o auditor fiscal
do MTE, Elton Machado, a comissão, que foi formada para analisar o
projeto, que foi entregue ao meio-dia de ontem, conseguiu aprová-lo às
21h. “Agora a empresa já pode fazer todo o procedimento no feriado, já
que se trata de uma situação emergencial”, disse Machado.
Entenda o impasse
No último dia 9 deste mês, uma empresa contratada pela Moinho Motrisa se preparou para remover as placas que ficaram pendentes após o acidente. No entanto, o trabalho foi interrompido pelo Ministério do Trabalho, que alegou haver riscos na ação, já que o funcionário responsável por cortar as peças com um maçarico não tinha qualificação para fazer o serviço naquela altura, o que descumpria uma norma do MT. Além disso, Machado informou que não havia um projeto de remoção que também deveria ser apresentado antes de se realizar qualquer ação referente à remoção das placas.
No último dia 9 deste mês, uma empresa contratada pela Moinho Motrisa se preparou para remover as placas que ficaram pendentes após o acidente. No entanto, o trabalho foi interrompido pelo Ministério do Trabalho, que alegou haver riscos na ação, já que o funcionário responsável por cortar as peças com um maçarico não tinha qualificação para fazer o serviço naquela altura, o que descumpria uma norma do MT. Além disso, Machado informou que não havia um projeto de remoção que também deveria ser apresentado antes de se realizar qualquer ação referente à remoção das placas.
"Estavam com pressa e o serviço seria feito à base do improviso. Foi
lavrado um termo de interdição e a obra pode ser retomada a qualquer
momento, desde que atendam à exigência de um funcionário qualificado
para fazer este serviço", justificou o auditor fiscal.
José Luiz dos Santos, gerente comercial da empresa prestadora de
serviço contratada pelo Motrisa para realizar a operação, se comprometeu
a contratar um outro funcionário que esteja habilitado para o trabalho.
Fonte: http://g1.globo.com/al/alagoas/
Data da postagem:18/04/2014 12h45
- Atualizado em
18/04/2014 14h03

Postar um comentárioDefault CommentsFacebook Comments