Bombeiros retomam trabalho; parte do moinho será removida na quarta

Decisão foi tomada a partir de reunião entre técnicos nesta terça-feira (8).
Limpeza da área quer evitar alagamento em caso de chuvas na região.

 Representantes do grupo Moinhos de Trigo Indígena S/A (Motrisa) afirmaram que parte da estrutura pendente da torre que desabou da fábrica de alimentos localizada na Av. Comendador Leão, no bairro do Poço, em Maceió, deve ser retirada na quarta-feira (9). Os trabalhos de limpeza do local foram retomados no fim da tarde desta terça (8), logo após uma reunião realizada entre orgãos públicos de segurança e a empresa responsável.
   A decisão conjunta de voltar ao local do acidente foi tomada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), Defesa Civil do Estado e do Município, Corpo de Bombeiros, Serviço de Engenharia do Estado de Alagoas (Sereveal), Eletrobras Distribuição Alagoas, Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) e representantes da empresa que participaram da reunião.
   "O Corpo de Bombeiros vai retomar a limpeza agora, porque há risco de chover. O  trigo que ficou espalhado na via obstruiu córregos na região e isso pode causar alagamentos, piorando a situação", informou o coordenador da Defesa Civil Estadual, Edvaldo Nunes.
Nunes disse ainda que a empresa se comprometeu a trazer um caminhão adaptado para realizar a retirada da estrutura do silo que está pendente. Já que aqui em Alagoas não há o equipamento necessário para a ação.
   Durante a reunião, foi formada ainda uma comissão com quatro técnicos responsáveis por elaborar um laudo que aponte as condições das 26 casas que foram isoladas devido ao risco de desabamento. Este relatório deverá ficar pronto em até 30 dias. Ate lá, moradores das casas vizinhas deverão permanecer na casa de parentes.

   Imagens aéreas gravadas por um internauta dão a dimensão do estrago causado pelo desabamento de uma das torres do Moinho Motrisa. O vídeo, gravado na manhã desta terça (8), foi cedido ao portal G1 pela empresa Avoar Imagens Aéreas.
Nas imagens é possível ver as rachaduras no silo que se rompeu. Além da quantidade de trigo que continua espalhada na via. No início da manhã, um representante do grupo Moinhos de Trigo Indígena S/A (Motrisa) informou que a retirada de todo o material e dos escombros levaria 48 horas, mas o risco de um novo desabamento fez o Corpo de Bombeiros isolar toda a área próxima ao moinho. De acordo com o coronel Paulo Marques, o vento estava balançando o restante da estrutura da torre danificada, que poderia cair.

Fonte:  http://g1.globo.com/

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